Aviso*
quarta-feira, 25 de abril de 2012
A obra de François Dosse no Brasil
terça-feira, 24 de abril de 2012
Demografia histórica e história da historiografia
O único ponto a lamentar é a dificuldade de aquisição das obras, que não se encontram cadastradas em nenhum site das grandes livrarias, como a Cultura ou a Saraiva...
segunda-feira, 23 de abril de 2012
História dos conceitos e historiografia
As trocas culturais no limiar do período moderno
quinta-feira, 19 de abril de 2012
OS CAMINHOS (DA ESCRITA) DA HISTÓRIA E OS DESCAMINHOS DE SEU ENSINO
“Debruçar-se sobre o próprio ofício constitui um exercício exigente e por vezes árduo quando feito pelos historiadores e Diogo Roiz tem todos os méritos por ter construído há tempos uma trajetória significativa nessa direção. Com este trabalho sobre a trajetória da escrita da História e do seu ensino na (atual) Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH/USP), o leitor é guiado em um percurso historiográfico de grande relevância e rica contribuição para a compreensão do regime de cátedras vigente na instituição entre 1934 e 1968”. (Teresa Maria Malatian, do Prólogo)
“A dissertação de mestrado de Diogo Roiz ampliada e revista, e agora publicada em livro [...] oferece uma contribuição de grande valia para esse debate. Focada no estudo do curso de Geografia e História na USP (e que, depois de 1955, se tornariam independentes), o trabalho apresenta uma reflexão interessante sobre a criação e o desenvolvimento do curso de História, especialmente, por meio da trajetória de seus professores e suas respectivas disciplinas”. (Marieta de Moraes Ferreira, da Apresentação)
“Diogo da Silva Roiz escreveu o presente livro a partir de sua Dissertação de Mestrado [...]. O tema proposto para a Dissertação, e que se ampliou consideravelmente no presente livro, é muito difícil, seja pela exiguidade de estudos sobre o tema, que àquela época se mostrava, e ainda hoje, se mostra plenamente, seja pela complexidade dos temas e subtemas que perpassam o universo da história do ensino superior de História, no Brasil e no mundo. [...] Recomendo a todos os interessados (que somos todos nós, afinal) a leitura atenta deste livro escrito por Diogo da Silva Roiz. Certamente encontrarão muitas respostas e respostas importantes a essa e a outras questões”. (Ivan Aparecido Manoel, do Prefácio).
"O leitor(a) encontrará neste livro um estudo pormenorizado do primeiro curso de Geografia e História, fundado em 1934, na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (FFCL/USP), que seguiu aproximadamente aos preceitos do decreto de 1931, emitido por Francisco Campos, então Ministro da Educação e Saúde Pública. Nele, estuda-se desde a definição de um conjunto de regras que tornaram seu funcionamento minimamente operacional; seguindo-se de uma análise das transformações curriculares, do momento em que os cursos tiveram um funcionamento unificado, até o período em que vieram a se tornar independentes, em meados dos anos 1950; vindo a se debruçar sobre qual o tipo de ensino e pesquisa que então se ministrava no curso, para formar as primeiras gerações de historiadores e geógrafos profissionais no país, assim como de licenciados. Após ser efetuada esta interpretação, procura-se averiguar como alguns dos profissionais do curso vislumbraram a transição do autodidatismo para a profissionalização do trabalho intelectual de história, detendo-se nas trajetórias de Alfredo Ellis Júnior, Sérgio Buarque de Holanda e Eduardo d’Oliveira França, com o intuito de perscrutar quais caminhos propuseram para a escrita da história das civilizações em geral, e da civilização brasileira em particular. Ao mesmo tempo em que traça o panorama do funcionamento do curso, quanto dos fundamentos e tensões na escrita da história, praticados durante o período de vigência do regime de cátedras (entre 1934 e 1968), a pesquisa não deixa de lado indicar como nesse processo, as mulheres tentaram se inserir num mercado de trabalho, ainda fechado e contrário a sua presença, de tal modo que na própria universidade as escrituras da história então compostas as viam, quando muito, como uma pequena sombra a projetar as ações dos (“grandes” e “pequenos”) homens. Evidentemente, o próprio contexto contribuiria com essas escolhas, e as exclusões que se faziam no passado, também se reproduziam naquele presente histórico, de modo a perpetuar um tipo específico de divisão dos papéis masculinos e femininos na sociedade" (Da Introdução).
O livro está assim dividido:
Sumário:
Prólogo (Teresa Maria Malatian)
Apresentação (Marieta de Moraes Ferreira)
Prefácio (Ivan Aparecido Manoel)
Introdução e agradecimentos
Parte. 1: A estrutura curricular do curso de Geografia e História da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo entre 1934 e 1956
Capítulo – 1: Estrutura e funcionamento do regime de cátedras
Capítulo – 2: As transformações na estrutura curricular
Capítulo – 3:Características e dimensões do ensino e da pesquisa
Parte. 2: Escrita da história, civilizações e atores sociais
Capítulo – 4: Entre o ‘autodidatismo’ e a profissionalização do trabalho intelectual de História: o caso Alfredo Ellis Júnior (1938-1956)
Capítulo – 5: Sérgio Buarque de Holanda e a escrita de uma História da Civilização Brasileira (1956-1968)
Capítulo – 6: Eduardo D’Oliveira França e a escrita de uma História das Civilizações (1942-1968)
Epílogo
Apêndices
Fontes e Referências Bibliográficas
Para maiores informações ver:http://www.editoraappris.com.br/produto/3859006/Os-Caminhos-Da-Escrita-da-Historia-e-os-Descaminhos-de-Seu-Ensino
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Mais títulos interessantes publicados pela É Realizações
CARVALHO, T. Fé e razão na renascença: uma introdução ao conceito de Deus na obra filosófica de Marsílio Ficino. São Paulo: É Realizações, 2012.
DAWSON, C. Dinâmicas da história do mundo. São Paulo: É Realizações, 2010.
ELIOT, T. S. Notas para a definição de cultura. São Paulo: É Realizações, 2012.
HIMMELFARB, G. Os caminhos para a modernidade: os Iluminismos Britânico, Francês e Americano.São Paulo: É Realizações, 2011.
KEELEY, L. H. A guerra antes da civilização: o mito do bom selvagem. São Paulo: É Realizações, 2011.
KIRK, R. A era de T. S. Eliot: a imaginação moral do século XX. São Paulo: É Realizações, 2011.
SOWELL, T. Os intelectuais e a sociedade. São Paulo: É Realizações, 2011.
______. Conflito de visões: origens ideológicas das lutas políticas. São Paulo: É Realizações, 2012.
Vale a pena conferir...
Novos títulos em teoria e história da historiografia
AGUIRRE ROJAS, C. A. Micro-história italiana: modos de uso. Tradução de Jurandir Malerba. Londrina/PR: Editora da UEL, 2012.
GIANNTTASIO, G.; IVANO, R. (org.) Epistemologias da História: verdade, linguagem, realidade, interpretação e sentido na pós-modernidade. Londrina/PR: Editora da UEL, 2011.
LOPES, M. A. O imaginário da realeza: cultura política ao tempo do absolutismo. Londrina/PR: Editora da UEL, 2012.
Vale a pena conferir...
quinta-feira, 15 de março de 2012
O Centro de Documentação e Memória da UNESP
Para maiores detalhes ver:http://www.cedem.unesp.br/#1,107
Dois títulos interessantes para o estudo da história e cultura africana e afro-brasileira
DRESCHER, S. Abolição: uma história da escravidão e do antiescravismo. São Paulo: Editora Unesp, 2011.
ISAIA, A. C.; MANOEL, I. A. Espiritismo e religiões afro-brasileiras. São Paulo: Editora Unesp, 2011.
Página:http://www.editoraunesp.com.br/
Fundação Gilberto Freyre
ver: http://bvgf.fgf.org.br/
domingo, 4 de março de 2012
A ESCRITA HISTÓRICA E SUAS MÚLTIPLAS FACES
quinta-feira, 1 de março de 2012
História do Pensamento Social Brasileiro
Alguns títulos:
ALONSO, A. Idéias em movimento. A geração 1870 na crise do Brasil-Império. São Paulo: Paz e Terra, 2002.
ARAUJO, R. B. Guerra e paz: Casa-grande & Senzala e a obra de Gilberto Freyre nos anos 30. 2ª Ed. São Paulo: Ed. 34, 2005.
ARRUDA, M. A. N.; GARCIA, S. G. Florestan Fernandes: mestre da sociologia moderna. Brasília: Paralelo 15; CAPES, 2003.
BASTOS, E. R.; RIDENTI, M. & ROLLAND, D. (org.) Intelectuais: sociedade e política, Brasil-França. São Paulo: Cortez, 2003.
BASTOS, E. R. Gilberto Freyre e o pensamento hispânico. Bauru/SP: Edusc, 2003.
____. As criaturas de Prometeu. Rio de Janeiro: Global, 2006.
BEIRED, J. L. B. Sob o signo da nova ordem. Intelectuais autoritários no Brasil e na Argentina (1914-1945). São Paulo: Edições Loyola, 1999.
BOMENY, H. Darcy Ribeiro: sociologia de um indisciplinado. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2001.
BOTELHO, A.; SCHWARCZ, L. M. (org.) Um enigma chamado Brasil: 29 intérpretes e um país. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
BRANDÃO, G. M. Linhagens do pensamento político brasileiro. São Paulo: Hucitec, 2007.
BRESCIANI, M. S. M. O charme da ciência e a sedução da objetividade: Oliveira Vianna entre intérpretes do Brasil. São Paulo: Ed. UNESP, 2005.
BURKE, P.; PALLARES-BURKE, M. L. G. Repensando os trópicos: um retrato intelectual de Gilberto Freyre. Tradução de Fernanda Veríssimo. São Paulo: Ed. UNESP, 2009.
CEVASCO, M. E.; OHATA, M. (org.) Um crítico na periferia do capitalismo: reflexões sobre a obra de Roberto Schwarz. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
CHALHOUB, S. Machado de Assis, historiador. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
CORREA, M. As ilusões da liberdade: a escola de Nina Rodrigues e a antropologia no Brasil. Bragança Paulista/SP: Ed. USF, 2000.
FERREIRA, G. N. Centralização e descentralização no Império: o debate entre Tavares Bastos e visconde do Uruguai. São Paulo: Ed. 34, 1999.
FRANZINI, F. À sombra das palmeiras: a coleção Documentos Brasileiros e as transformações da historiografia nacional (1936-1959). Rio de Janeiro: Edições Casa de Rui Barbosa, 2010.
GALVÃO, W. N. Euclidiana: ensaios sobre Euclides da Cunha. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
GARCIA, S. G. Destino impar: sobre a formação de Florestan Fernandes. São Paulo: Ed. 34, 2002.
IANNI, O. Pensamento social no Brasil. Bauru/SP: Edusc, 2004.
IUMATTI, P. T. Caio Prado Jr.: uma trajetória intelectual. São Paulo: Brasiliense, 2007.
JACKSON, L. C. A tradição esquecida: Os parceiros do Rio Bonito e a sociologia de Antônio Candido. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2002.
LAHUERTA, M. Intelectuais e transição: entre a política e a profissão. São Paulo, 1999. Tese de doutorado em Ciência Política, FFLCH/USP, São Paulo.
LARRETA, E. R.; GIUCCI, G. Gilberto Freyre: uma biografia cultural. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007.
LUCA, T. R. A revista do Brasil: um diagnóstico para a (n)ação. São Paulo: Edunesp, 1999.
MALATIAN, T. M. Oliveira Lima e a construção da nacionalidade. Bauru – São Paulo: Edusc; FAPESP, 2001.
MARTINEZ, P. H. A dinâmica de um pensamento crítico: Caio Prado Jr. (1928-1935). São Paulo: Edusp, 2008.
MICELI, S. Intelectuais à brasileira. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.
MONTEIRO, P. M.; EUGÊNIO, J. K. (org.) Sérgio Buarque de Holanda: perspectivas. Campinas/SP: Ed. Unicamp; UERJ, 2008.
MORAES, J. Q.; BASTOS, E. R. (org.) O pensamento de Oliveira Vianna. Campinas/SP: Ed. Unicamp, 1993.
NICOLAZZI, F. Um estilo de história: a viagem, a memória, o ensaio. Sobre Casa-grande & Senzala e a representação do passado. São Paulo: Editora UNESP, 2011.
OLIVEIRA, L. L. Americanos. Representações da identidade nacional no Brasil e nos EUA. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2000.
____. Interpretações sobre o Brasil. In: MICELI, S. (org.) O que ler na ciência social brasileira (1970-1995). 2ª Ed. São Paulo: Anpocs/Sumaré/Capes, 1999, p. 147-181.
ODÁLIA, N. As formas do mesmo. Ensaios sobre o pensamento historiográfico de Varnhagen e Oliveira Lima. São Paulo: Edunesp, 1997.
PALLARES-BURKE, M. L. G. Gilberto Freyre: um vitoriano nos trópicos. São Paulo: Ed. Unesp, 2005.
PRADO, M. E. (org.) O Estado como vocação: idéias e práticas políticas no Brasil oitocentista. Rio de Janeiro: Access, 1999.
PEIXOTO, F. A. Diálogos brasileiros. Uma análise da obra de Roger Bastide. São Paulo: Edusp, 2000.
PERRONE-MOISÉS, L. Vira e mexe, nacionalismo: paradoxos do nacionalismo literário. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
PIVA, L. G. Ladrilhadores e semeadores: a modernização brasileira no pensamento político de Oliveira Vianna, Sérgio Buarque de Holanda, Azevedo Amaral e Nestor Duarte (1920-1940). São Paulo: Ed. 34, 2000.
PONTES, H. Destinos mistos – os críticos do grupo Clima em São Paulo (1940-1968). São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
PULICI, C. Entre sociólogos: visões conflitivas da ‘condição de sociólogo’ na USP dos anos 1950-1960. São Paulo: Edusp, 2008.
RÊGO, R. M. L. Sentimento do Brasil: Caio Prado Jr. – continuidades e mudanças no desenvolvimento da sociedade brasileira. Campinas/SP: Ed. Unicamp, 2000.
REIS, J. C. As identidades do Brasil: de Varnhagen a FHC. Rio de Janeiro: FGV, 1999.
____. As identidades do Brasil 2. Rio de Janeiro: FGV, 2006.
RICUPERO, B. Sete lições sobre as interpretações do Brasil. São Paulo: Alameda, 2007.
____. Caio Prado Jr. e a nacionalização do marxismo no Brasil. São Paulo: Ed. 34, 2000.
____. O romantismo e a idéia de nação no Brasil (1830-1870). São Paulo: Martins Fontes, 2004.
SANTOS, R. Caio Prado Júnior na cultura política brasileira. Rio de Janeiro: Mauad, 2001.
SCHNEIDER, A. L. Sílvio Romero: hermeneuta do Brasil. São Paulo: Annablume, 2005.
SILVA, M. (org.) Nelson Werneck Sodré na historiografia brasileira. São Paulo: Edusc, 2001.
VELOZO, M.; MADEIRA, A. Leituras Brasileiras. Itinerários do pensamento social e na literatura. São Paulo: Paz e Terra, 1999.
VENTURA, R. Estilo tropical: história intelectual e polêmica literária no Brasil (1870-1914). São Paulo: Companhia das Letras, 1991.
____. Euclides da Cunha: esboço biográfico. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
VIANNA, L. W. A revolução passiva: iberismo e americanismo no Brasil. Rio de Janeiro, 1999.
VILLAS BÔAS, G. Mudança provocada: passado e futuro no pensamento sociológico brasileiro. Rio de Janeiro: FGV, 2006.
____. A vocação das ciências sociais: um estudo de sua produção em livros do acervo da Biblioteca Nacional. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, 2007.
WEGNER, R. A conquista do oeste. A fronteira na obra de Sérgio Buarque de Holanda. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2000.
WEHLING, A. Estado, História, Memória: Varnhagen e a construção da identidade nacional. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Contrariando os cânones instituídos...
Referência completa:
ANHEZINI, K. Um metódico à brasileira: a história da historiografia de Afonso de Taunay (1911-1939). São Paulo: Editora Unesp, 2011.
Vale a pena conferir este trabalho, que certamente virá a se tornar uma referência em nossa história da historiografia.
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Livros importantes, mas infelizmente esquecidos em nosso mercado editorial II
ADORNO, S. Os aprendizes do poder. O bacharelismo liberal na política brasileira. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988.
BASSELAR, J. V. D. Introdução aos estudos históricos. São Paulo: Editora EPU, 1979.
BANN, S. As invenções da História: ensaios sobre a representação do passado. Tradução de Flávia Vilas Boas. São Paulo: Edunesp, 1994.
BERNARDO, J. Marx crítico de Marx. Epistemologia, classes sociais e tecnologia em O Capital (livro primeiro). Portugal: Ed. Afrontamento, 1977, 3v.
CARDOSO, I. A. R. A Universidade da comunhão paulista. O projeto de criação da Universidade de São Paulo. Dissertação de Mestrado. USP, 1982.
CARDOSO, C. F. & MALERBA, J. (org.) Representações: contribuição a um debate transdisciplinar. Campinas: Papirus, 2000.
CARELLI, M. Culturas cruzadas. Intercâmbios culturais entre França e Brasil. Tradução de Nícia Adan Bonalti. Campinas – São Paulo: Papirus, 1994.
CHARTIER, R. A História Cultural: entre práticas e representações. Lisboa/Rio de Janeiro: Difel/Bertrand Brasil, 1990.
COLLINGWOOD, R. G. A ideia de história. 2ª Edição. Lisboa: Editorial Presença, 1989.
FALCON, F. J. C. & RODRIGUES, A. E. M. Tempos modernos: ensaios sobre história cultural. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000.
FEBVRE, L. Combates pela História. 3ª edição. Lisboa: Editorial Presença, 1989.
FERRY, L. & RENAUT, A. Pensamento 68: ensaio sobre o anti-humanismo contemporâneo. Tradução de Roberto Markenson & Nelci do Nascimento Gonçalves. São Paulo: Ed. Ensaio, 1988.
FICO, C. & POLITO, R. A história no Brasil (1980-1989). Elementos para uma avaliação historiográfica (v.1). Ouro Preto: UFOP, 1992, 2v.
FURET, F. A oficina da História. Tradução de Adriano Duarte Rodrigues. Portugal: Gradiva, 1985.
GINZBURG, C. A micro-história e outros ensaios. RJ: Ed. Bertrand Brasil, 1991.
GLÉNISSON, J. Iniciação aos estudos históricos. 3ª Edição. Rio de Janeiro, Difel, 1983.
HARTOG, F. O espelho de Heródoto. Belo Horizonte/MG: Editora da UFMG, 1999.
HERMAN, A. A ideia de decadência na História Ocidental. Rio de Janeiro: Record, 1999.
IGLÉSIAS, F. Historiadores do Brasil. Capítulos de historiografia brasileira – Rio de Janeiro: Nova Fronteira; Belo Horizonte, MG: UFMG, IPEA, 2000.
LAPA, J. R. A. Historiografia brasileira contemporânea. A história em questão. 2a edição – Petrópolis – Rio de Janeiro: Vozes, 1981.
MALERBA, J. (org.) A velha história: teoria, metodologia e historiografia. São Paulo: Papirus, 1998.
MARROU, H. I. Sobre o conhecimento histórico. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.
MEIHY, J. C. S. B. A colônia Brasilianista. História oral de vida acadêmica. SP: Nova Stella, 1990.
MICELI, S. (org.) História das Ciências Sociais no Brasil. (v.1) São Paulo: Vértice, Editora Revista dos Tribunais: IDESP, 1989.
ODÁLIA, N. As formas do mesmo. Ensaios sobre o pensamento historiográfico de Varnhagen e Oliveira Vianna. São Paulo: Edunesp, 1997.
RICOEUR, P. O conflito das interpretações. Ensaios de hermenêutica. Tradução de Hilton Japiassu. Rio de Janeiro: Imago Editora, 1984.
SCHWARTZMAN, S. Formação da comunidade científica no Brasil. SP/RJ: Cia Ed. Nacional/Financiadora de Estudos e Projetos, 1979.