Para maiores detalhes ver:http://www.cedem.unesp.br/#1,107
Aviso*
quinta-feira, 15 de março de 2012
O Centro de Documentação e Memória da UNESP
Para maiores detalhes ver:http://www.cedem.unesp.br/#1,107
Dois títulos interessantes para o estudo da história e cultura africana e afro-brasileira
DRESCHER, S. Abolição: uma história da escravidão e do antiescravismo. São Paulo: Editora Unesp, 2011.
ISAIA, A. C.; MANOEL, I. A. Espiritismo e religiões afro-brasileiras. São Paulo: Editora Unesp, 2011.
Página:http://www.editoraunesp.com.br/
Fundação Gilberto Freyre
ver: http://bvgf.fgf.org.br/
domingo, 4 de março de 2012
A ESCRITA HISTÓRICA E SUAS MÚLTIPLAS FACES
quinta-feira, 1 de março de 2012
História do Pensamento Social Brasileiro
Alguns títulos:
ALONSO, A. Idéias em movimento. A geração 1870 na crise do Brasil-Império. São Paulo: Paz e Terra, 2002.
ARAUJO, R. B. Guerra e paz: Casa-grande & Senzala e a obra de Gilberto Freyre nos anos 30. 2ª Ed. São Paulo: Ed. 34, 2005.
ARRUDA, M. A. N.; GARCIA, S. G. Florestan Fernandes: mestre da sociologia moderna. Brasília: Paralelo 15; CAPES, 2003.
BASTOS, E. R.; RIDENTI, M. & ROLLAND, D. (org.) Intelectuais: sociedade e política, Brasil-França. São Paulo: Cortez, 2003.
BASTOS, E. R. Gilberto Freyre e o pensamento hispânico. Bauru/SP: Edusc, 2003.
____. As criaturas de Prometeu. Rio de Janeiro: Global, 2006.
BEIRED, J. L. B. Sob o signo da nova ordem. Intelectuais autoritários no Brasil e na Argentina (1914-1945). São Paulo: Edições Loyola, 1999.
BOMENY, H. Darcy Ribeiro: sociologia de um indisciplinado. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2001.
BOTELHO, A.; SCHWARCZ, L. M. (org.) Um enigma chamado Brasil: 29 intérpretes e um país. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
BRANDÃO, G. M. Linhagens do pensamento político brasileiro. São Paulo: Hucitec, 2007.
BRESCIANI, M. S. M. O charme da ciência e a sedução da objetividade: Oliveira Vianna entre intérpretes do Brasil. São Paulo: Ed. UNESP, 2005.
BURKE, P.; PALLARES-BURKE, M. L. G. Repensando os trópicos: um retrato intelectual de Gilberto Freyre. Tradução de Fernanda Veríssimo. São Paulo: Ed. UNESP, 2009.
CEVASCO, M. E.; OHATA, M. (org.) Um crítico na periferia do capitalismo: reflexões sobre a obra de Roberto Schwarz. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
CHALHOUB, S. Machado de Assis, historiador. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
CORREA, M. As ilusões da liberdade: a escola de Nina Rodrigues e a antropologia no Brasil. Bragança Paulista/SP: Ed. USF, 2000.
FERREIRA, G. N. Centralização e descentralização no Império: o debate entre Tavares Bastos e visconde do Uruguai. São Paulo: Ed. 34, 1999.
FRANZINI, F. À sombra das palmeiras: a coleção Documentos Brasileiros e as transformações da historiografia nacional (1936-1959). Rio de Janeiro: Edições Casa de Rui Barbosa, 2010.
GALVÃO, W. N. Euclidiana: ensaios sobre Euclides da Cunha. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
GARCIA, S. G. Destino impar: sobre a formação de Florestan Fernandes. São Paulo: Ed. 34, 2002.
IANNI, O. Pensamento social no Brasil. Bauru/SP: Edusc, 2004.
IUMATTI, P. T. Caio Prado Jr.: uma trajetória intelectual. São Paulo: Brasiliense, 2007.
JACKSON, L. C. A tradição esquecida: Os parceiros do Rio Bonito e a sociologia de Antônio Candido. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2002.
LAHUERTA, M. Intelectuais e transição: entre a política e a profissão. São Paulo, 1999. Tese de doutorado em Ciência Política, FFLCH/USP, São Paulo.
LARRETA, E. R.; GIUCCI, G. Gilberto Freyre: uma biografia cultural. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007.
LUCA, T. R. A revista do Brasil: um diagnóstico para a (n)ação. São Paulo: Edunesp, 1999.
MALATIAN, T. M. Oliveira Lima e a construção da nacionalidade. Bauru – São Paulo: Edusc; FAPESP, 2001.
MARTINEZ, P. H. A dinâmica de um pensamento crítico: Caio Prado Jr. (1928-1935). São Paulo: Edusp, 2008.
MICELI, S. Intelectuais à brasileira. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.
MONTEIRO, P. M.; EUGÊNIO, J. K. (org.) Sérgio Buarque de Holanda: perspectivas. Campinas/SP: Ed. Unicamp; UERJ, 2008.
MORAES, J. Q.; BASTOS, E. R. (org.) O pensamento de Oliveira Vianna. Campinas/SP: Ed. Unicamp, 1993.
NICOLAZZI, F. Um estilo de história: a viagem, a memória, o ensaio. Sobre Casa-grande & Senzala e a representação do passado. São Paulo: Editora UNESP, 2011.
OLIVEIRA, L. L. Americanos. Representações da identidade nacional no Brasil e nos EUA. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2000.
____. Interpretações sobre o Brasil. In: MICELI, S. (org.) O que ler na ciência social brasileira (1970-1995). 2ª Ed. São Paulo: Anpocs/Sumaré/Capes, 1999, p. 147-181.
ODÁLIA, N. As formas do mesmo. Ensaios sobre o pensamento historiográfico de Varnhagen e Oliveira Lima. São Paulo: Edunesp, 1997.
PALLARES-BURKE, M. L. G. Gilberto Freyre: um vitoriano nos trópicos. São Paulo: Ed. Unesp, 2005.
PRADO, M. E. (org.) O Estado como vocação: idéias e práticas políticas no Brasil oitocentista. Rio de Janeiro: Access, 1999.
PEIXOTO, F. A. Diálogos brasileiros. Uma análise da obra de Roger Bastide. São Paulo: Edusp, 2000.
PERRONE-MOISÉS, L. Vira e mexe, nacionalismo: paradoxos do nacionalismo literário. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
PIVA, L. G. Ladrilhadores e semeadores: a modernização brasileira no pensamento político de Oliveira Vianna, Sérgio Buarque de Holanda, Azevedo Amaral e Nestor Duarte (1920-1940). São Paulo: Ed. 34, 2000.
PONTES, H. Destinos mistos – os críticos do grupo Clima em São Paulo (1940-1968). São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
PULICI, C. Entre sociólogos: visões conflitivas da ‘condição de sociólogo’ na USP dos anos 1950-1960. São Paulo: Edusp, 2008.
RÊGO, R. M. L. Sentimento do Brasil: Caio Prado Jr. – continuidades e mudanças no desenvolvimento da sociedade brasileira. Campinas/SP: Ed. Unicamp, 2000.
REIS, J. C. As identidades do Brasil: de Varnhagen a FHC. Rio de Janeiro: FGV, 1999.
____. As identidades do Brasil 2. Rio de Janeiro: FGV, 2006.
RICUPERO, B. Sete lições sobre as interpretações do Brasil. São Paulo: Alameda, 2007.
____. Caio Prado Jr. e a nacionalização do marxismo no Brasil. São Paulo: Ed. 34, 2000.
____. O romantismo e a idéia de nação no Brasil (1830-1870). São Paulo: Martins Fontes, 2004.
SANTOS, R. Caio Prado Júnior na cultura política brasileira. Rio de Janeiro: Mauad, 2001.
SCHNEIDER, A. L. Sílvio Romero: hermeneuta do Brasil. São Paulo: Annablume, 2005.
SILVA, M. (org.) Nelson Werneck Sodré na historiografia brasileira. São Paulo: Edusc, 2001.
VELOZO, M.; MADEIRA, A. Leituras Brasileiras. Itinerários do pensamento social e na literatura. São Paulo: Paz e Terra, 1999.
VENTURA, R. Estilo tropical: história intelectual e polêmica literária no Brasil (1870-1914). São Paulo: Companhia das Letras, 1991.
____. Euclides da Cunha: esboço biográfico. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
VIANNA, L. W. A revolução passiva: iberismo e americanismo no Brasil. Rio de Janeiro, 1999.
VILLAS BÔAS, G. Mudança provocada: passado e futuro no pensamento sociológico brasileiro. Rio de Janeiro: FGV, 2006.
____. A vocação das ciências sociais: um estudo de sua produção em livros do acervo da Biblioteca Nacional. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, 2007.
WEGNER, R. A conquista do oeste. A fronteira na obra de Sérgio Buarque de Holanda. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2000.
WEHLING, A. Estado, História, Memória: Varnhagen e a construção da identidade nacional. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Contrariando os cânones instituídos...
Referência completa:
ANHEZINI, K. Um metódico à brasileira: a história da historiografia de Afonso de Taunay (1911-1939). São Paulo: Editora Unesp, 2011.
Vale a pena conferir este trabalho, que certamente virá a se tornar uma referência em nossa história da historiografia.
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Livros importantes, mas infelizmente esquecidos em nosso mercado editorial II
ADORNO, S. Os aprendizes do poder. O bacharelismo liberal na política brasileira. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988.
BASSELAR, J. V. D. Introdução aos estudos históricos. São Paulo: Editora EPU, 1979.
BANN, S. As invenções da História: ensaios sobre a representação do passado. Tradução de Flávia Vilas Boas. São Paulo: Edunesp, 1994.
BERNARDO, J. Marx crítico de Marx. Epistemologia, classes sociais e tecnologia em O Capital (livro primeiro). Portugal: Ed. Afrontamento, 1977, 3v.
CARDOSO, I. A. R. A Universidade da comunhão paulista. O projeto de criação da Universidade de São Paulo. Dissertação de Mestrado. USP, 1982.
CARDOSO, C. F. & MALERBA, J. (org.) Representações: contribuição a um debate transdisciplinar. Campinas: Papirus, 2000.
CARELLI, M. Culturas cruzadas. Intercâmbios culturais entre França e Brasil. Tradução de Nícia Adan Bonalti. Campinas – São Paulo: Papirus, 1994.
CHARTIER, R. A História Cultural: entre práticas e representações. Lisboa/Rio de Janeiro: Difel/Bertrand Brasil, 1990.
COLLINGWOOD, R. G. A ideia de história. 2ª Edição. Lisboa: Editorial Presença, 1989.
FALCON, F. J. C. & RODRIGUES, A. E. M. Tempos modernos: ensaios sobre história cultural. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000.
FEBVRE, L. Combates pela História. 3ª edição. Lisboa: Editorial Presença, 1989.
FERRY, L. & RENAUT, A. Pensamento 68: ensaio sobre o anti-humanismo contemporâneo. Tradução de Roberto Markenson & Nelci do Nascimento Gonçalves. São Paulo: Ed. Ensaio, 1988.
FICO, C. & POLITO, R. A história no Brasil (1980-1989). Elementos para uma avaliação historiográfica (v.1). Ouro Preto: UFOP, 1992, 2v.
FURET, F. A oficina da História. Tradução de Adriano Duarte Rodrigues. Portugal: Gradiva, 1985.
GINZBURG, C. A micro-história e outros ensaios. RJ: Ed. Bertrand Brasil, 1991.
GLÉNISSON, J. Iniciação aos estudos históricos. 3ª Edição. Rio de Janeiro, Difel, 1983.
HARTOG, F. O espelho de Heródoto. Belo Horizonte/MG: Editora da UFMG, 1999.
HERMAN, A. A ideia de decadência na História Ocidental. Rio de Janeiro: Record, 1999.
IGLÉSIAS, F. Historiadores do Brasil. Capítulos de historiografia brasileira – Rio de Janeiro: Nova Fronteira; Belo Horizonte, MG: UFMG, IPEA, 2000.
LAPA, J. R. A. Historiografia brasileira contemporânea. A história em questão. 2a edição – Petrópolis – Rio de Janeiro: Vozes, 1981.
MALERBA, J. (org.) A velha história: teoria, metodologia e historiografia. São Paulo: Papirus, 1998.
MARROU, H. I. Sobre o conhecimento histórico. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.
MEIHY, J. C. S. B. A colônia Brasilianista. História oral de vida acadêmica. SP: Nova Stella, 1990.
MICELI, S. (org.) História das Ciências Sociais no Brasil. (v.1) São Paulo: Vértice, Editora Revista dos Tribunais: IDESP, 1989.
ODÁLIA, N. As formas do mesmo. Ensaios sobre o pensamento historiográfico de Varnhagen e Oliveira Vianna. São Paulo: Edunesp, 1997.
RICOEUR, P. O conflito das interpretações. Ensaios de hermenêutica. Tradução de Hilton Japiassu. Rio de Janeiro: Imago Editora, 1984.
SCHWARTZMAN, S. Formação da comunidade científica no Brasil. SP/RJ: Cia Ed. Nacional/Financiadora de Estudos e Projetos, 1979.
Perspectivas da cidadania no Brasil Império
CARVALHO, J. M.; CAMPOS, A. D.; HAWTHORNE, N. (org.) Perspectivas da cidadania no Brasil Império. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2012.
CARVALHO, J. M.; NEVES, L. M. B. P. (org.) Repensando o Brasil dos Oitocentos. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.
CARVALHO, J. M. (org.) Nação e cidadania no Império. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007.
Para saber mais ver: http://www.record.com.br/grupoeditorial_editora.asp?id_editora=5
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Avaliação do Qualis-Capes
http://qualis.capes.gov.br/webqualis/
Lista alfabética de periódicos no Scielo
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_alphabetic&lng=pt&nrm=iso
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Livros importantes, mas infelizmente esquecidos em nosso mercado editorial
CARDOSO, C. F. Ensaios racionalistas: Filosofia, Ciência e História. Rio de Janeiro: Campus, 1988.
GAY, P. O estilo na História. Tradução de Denise Bottmann. SP: Cia das Letras, 1990.
GOMES, A.C. História e historiadores. A política cultural do estado novo. RJ: FGV, 1996.
GUAZZELLI, C. A. B.; PETERSEN, S. R. F. Questões de teoria e metodologia da história. Porto Alegre/RS: Editora da UFRGS, 2000.
HAMBURGER, A. I.; DANTES, M. A. M.; PATY, M. & PETITJEAN, P. (org.) A ciência nas relações Brasil-França (1850-1950). São Paulo: Edusp; FAPESP, 1996.
LANGLOIS, C. H. V. & SEIGNOBOS, C. H. Introdução aos estudos históricos. SP: Renascença, 1946.
LE GOFF, J. & NORA, P. (direção). História: novos problemas. Tradução de Theo Santiago. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1976, 3v.
MAYER, A. J. A força da tradição. A persistência do antigo regime (1848-1914). Tradução de Denise Bottmann. São Paulo: companhia das letras, 1987.
RODRIGUES, J. H. História e historiadores do Brasil. São Paulo: Editora Fulgor, 1965.
_______. A pesquisa histórica no Brasil. – 2ª edição revista e aumentada – São Paulo: Cia Editora Nacional, 1969.
____. História da história do Brasil. Historiografia colonial (v. 1). 2ª Edição. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1979.
____. História da história do Brasil. A metafísica do latifúndio; o ultra-reacionário Oliveira Viana (v. 2, t. 2). São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1988.
____. Teoria da história do Brasil. Introdução metodológica. São Paulo: Instituto Progresso Editorial S. A., 1949.
WEHLING, A. A invenção da História. Estudos sobre o historicismo. RJ: Editora Central da Universidade Gama Filho; Niterói: Editora da Universidade Federal Fluminense, 1994.
Evidentemente, o número não se reduz a esses poucos, mas significativos exemplos, e que, aliás, seria muito interessante e viável a publicação de novas edições, para a nova geração de leitores e de profissionais que foram formados pelo mercado de trabalho brasileiro nesses últimos anos. Aqui procuramos muito modestamente chamar a atenção de nossos(as) leitores(as) para a importância desses e de outros títulos há muito esgotados em nosso mercado editorial, sendo raros mesmo nos sebos mais especializados. Nesse sentido, conhecer o passado por meio das questões que lhes são postas no presente, também se faz em meio as obras que marcaram cada período de nossa história da historiografia, pois, configuraram as regras do método a serem seguidas, as questões que plasmavam o ofício, os dilemas que pairavam sobre as pesquisas, os autores e as obras que então eram debatidas, ao virem a se tornar paradigmáticas para seus contemporâneos...